Em 2020, o Presidente Donald Trump lançou o Gabinete de Fé da Casa Branca, cumprindo uma promessa feita durante sua campanha eleitoral. Para liderar esse novo escritório, ele convidou duas figuras com quem tinha uma relação próxima: Paula White-Cain e Jenny Korn.
White-Cain, que assumiu o cargo de conselheira sênior, destacou a importância da missão que lhe foi confiada. “Fui abençoada há 40 anos no ministério, e senti que seria um erro, talvez até um pecado, não cumprir essa missão”, afirmou ela.
“O que queremos é fazer com que nossa nação se alinhe com os princípios que Deus estabeleceu. Sem Deus, somos um povo perdido.”
Korn, que atuou como diretora de fé, reforçou a missão do gabinete, explicando que o escritório tinha como objetivo garantir a proteção da liberdade religiosa nos Estados Unidos.
Ela observou que, embora muitos possam pensar que a liberdade religiosa ainda prevalece no país, existem diversas histórias de discriminação contra pessoas de fé. “Não podemos recusar essa oportunidade de lutar por nossa liberdade religiosa”, disse Korn.
Objetivo
O Gabinete de Fé foi instituído pelo presidente com a intenção de apoiar entidades religiosas e organizações comunitárias em sua missão de fortalecer as famílias americanas, promover o trabalho e a auto-suficiência, além de proteger a liberdade religiosa, fazendo com que isso alinhe o país aos princípios judaico-cristãos.
Também foi criada uma força-tarefa para lidar com preconceitos anticristãos e atos de discriminação, com ênfase no combate ao antissemitismo em ambientes universitários. A Procuradora-Geral Pam Bondi liderou essa força-tarefa, afirmando que o governo não toleraria ódio ou discriminação contra qualquer grupo.
O governo Trump também se posicionou contra manifestações antissemitas em campi universitários, como as que ocorreram na Universidade de Columbia e no Barnard College, e bloqueou 400 milhões de dólares em subsídios federais até que a administração da Columbia agisse contra tais protestos.
Korn comentou que a ação do presidente foi crucial para combater o medo e a discriminação sofrida pelos estudantes judeus.
Além de focar em questões internas, o Gabinete de Fé também se dedicou a combater a perseguição de cristãos em outros países. “Sabemos onde os cristãos estão sendo perseguidos”, afirmou White-Cain, destacando o compromisso do escritório em colaborar com outros governos para enfrentar essa realidade.
Ao longo de sua gestão, o presidente Trump promoveu reuniões frequentes com líderes religiosos e incentivou o diálogo entre diferentes tradições de fé.
White-Cain e Korn destacaram que o presidente sempre demonstrou disposição para orar com eles, algo que fortaleceu o vínculo entre o governo e as comunidades religiosas.
Ambas as líderes também sublinharam que o objetivo do gabinete era promover a união entre os americanos, independentemente de suas diferenças políticas ou religiosas.
“Queremos que todos se sintam bem-vindos e ouvidos”, afirmou Korn. Ela ressaltou ainda que, além de seu papel no gabinete, sua esperança para a América é que o país continue a ser guiado pelos princípios fundadores de fé.
Eles concordam que, embora o governo não deva ditar a religião, é fundamental reconhecer e valorizar a importância da fé na sociedade americana, como evidenciado no lema nacional: “Em Deus, confiamos.” Com: CBN News.